A cidade de Brasília vai além de sua função como capital; é um manifesto estético. Marcando o início de seu calendário de exposições de 2026, a Cerrado Galeria abrirá as portas no dia 25 de fevereiro para a mostra “Modernismos: uma e muitas Brasílias”. Com curadoria de Carlos Lin, a exposição mergulha na produção artística que deu identidade ao concreto da capital nas décadas de 1960 e 1970.
Para os apreciadores do Finíssimo, esta é uma oportunidade única de apreciar o trabalho de 18 mestres que contribuíram significativamente para a expressão visual do Planalto Central. Desde desenhos e gravuras até esculturas e tecelagens, a seleção inclui nomes renomados como Alfredo Volpi, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão e Lêda Watson, além do impacto de Glênio Bianchetti e Betty Bettiol.
A exposição faz parte do ciclo “Raízes Modernistas”, ocorrendo simultaneamente em Brasília e Goiânia, destacando o compromisso da galeria com a promoção da arte no Centro-Oeste. Mais do que um panorama histórico, a mostra revela o espírito experimental de uma época em que a Universidade de Brasília e os ateliês independentes eram centros de efervescência cultural.
Situada no Lago Sul, a Cerrado Galeria reafirma sua importância como centro de sofisticação e preservação cultural, convidando o público a enxergar Brasília como um projeto simbólico no qual arte e arquitetura estão intrinsecamente ligadas. Uma visita essencial para aqueles que desejam se reconectar com a elegância atemporal que caracteriza a capital federal.
