Há clássicos que não se explicam, apenas se sentem. Mas até os ícones precisam de um refresh para acompanhar o ritmo de um público cada vez mais exigente. No Finíssimo, sempre defendemos que o luxo mora nos detalhes — e foi exatamente aí que o McDonald’s decidiu mexer.
A marca acaba de anunciar no Brasil uma evolução no preparo de seus pilares: o Big Mac, o Quarterão e os cheeseburgers ganharam um “upgrade” técnico. Não se trata de mudar a receita que está na nossa memória afetiva, mas de elevar a execução.
Imagine o cuidado de uma cozinha que ajusta o tempo de selagem da carne para garantir mais suculência, ou a temperatura exata para que o queijo derreta no ponto perfeito sobre o pão, agora ainda mais macio. É a ciência da hospitalidade aplicada ao fast food.
Segundo Rogério Barreira, Presidente da marca no Brasil, esse movimento é fruto de uma escuta global traduzida para o paladar local. Para quem vive a cidade e busca conveniência sem abrir mão do prazer sensorial, essa mudança nos clássicos prova que, mesmo após décadas, é possível se reinventar através da qualidade. É o equilíbrio perfeito entre a nostalgia que amamos e a inovação que o mercado exige.
